Contraídos o risório e
o zigomático,
explode em ti sonora gargalhada.
Do veneno do teu
riso tão elástico
minhas cordas também são contagiadas.
Tudo
em ti é motivo de euforia
e até o vento faz-me cócegas passando.
De
tudo rimos e na falsa alegria
o teu riso com o meu riso vai rimando.
Com
o riso tu me enganas e eu te engano.
Se sorrimos, damos bah! para a
tristeza.
Riamos, que o riso encobre o dano.
Devemos rir, pois
só o riso nos sobeja.
Serão bobos? vão dizer. Somos insanos!
E
talvez rindo, a triste Morte não nos veja.
Terapia do riso absurdo
Enviado por Remisson Aniceto
el 16/04/2010 a las 10:02
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Guillermo Gajardo Sepùlveda
el 16/04/2010 a las 11:22
reconocer cuanto me ha costado traducirlo...
gracias por el consejo y la alegría...
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Remisson Aniceto
el 16/04/2010 a las 12:09
Así mismo, tiendo costado traducirme, agradezco tus palabras de incentivo, Guilhermo.
Un maravilloso día para ti.
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Comentarios de este artículo en RSS








hola amigo Aniceto como andiamos.
UN fuerte abrazo..
Hola, Rosa! Gracias y buenos días! Es un placer hablar contigo. Estoy bién y tú? Espero que estejas bié... abrazos...